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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Parada bate recorde com 60 Ferrari F40


Entre 1987 e 1992, a Ferrari fabricou somente 1.315 unidades da F40. Por isso, conseguir reunir 60 carros deste modelo é realmente uma façanha. Foi o que ocorreu neste domingo (22), em comemoração ao 25º aniversário do modelo. O público pode presenciar a reunião do número recorde de esportivos vermelhos italianos no famoso circuito britânico de Silverstone.


A F40 foi o último grande feito de Enzo Ferrari antes de morrer, em 1988. O supercarro conseguiu o posto de primeiro modelo a poder circular legalmente em vias urbanas, mesmo alcançando a velocidade de 325 km/h.


Além da F40, outros 400 modelos raros participaram do evento: esportivos como TVRs, Lótus Elans, Triumph Spitfires, Austin Healeys, MGBs, além de Lamborghinis e Mercedes-Benz.
Fonte: AutoEsporte

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Morre o criador da Ferrari TestaRossa


Morreu nesta terça-feira (03), aos 85 anos, Sergio Pininfarina, presidente honorário da Pininfarina, um dos mais famosos estúdios de design italiano. Seu velório e enterro serão realizados em Turim, na Itália, mas as causas da morte não foram divulgadas.

Nascido no dia 8 de setembro de 1926, Pininfarina entrou cedo nos negócios da família – o estúdio foi criado pelo seu pai, Battista Farina, em 1930 – e logo ficou conhecido por projetar o conceito Ferrari Dino Berlinette Speciale, mostrado no Salão de Paris em 1965.

Outros modelos de sucesso, como o Maserati GranTurismo, o Peugeot 406 coupé, o Mitsubishi Pajero de 1999 e a Ferrari Testarossa - um dos clássicos da marca italiana mais famosos da atualidade - também foram criados por ele. A contribuição de Sergio Pininfarina foi tão grande que, em 2007, ele entrou para o Hall da Fama Automotiva.

Mas nem só de carros viveu o presidente do estúdio italiano. Por duas vezes, ele também ingressou na carreira política. Na primeira vez, entre 1979 e 1988, tornou-se integrante do Partido Liberal MEP, que apoiava a Aliança Europeia Democrática Liberal. Em 2005, ele retomou a carreira, mas como senador vitalício nomeado pelo ex-presidente Carlo Azeglio Ciampi.

O último projeto que teve breve participação de Pininfarina foi a Ferrari F12 Berlinetta, lançada no Salão de Genebra deste ano.
fonte: iGCarros

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Ferrari e Movado farão relógios exclusivos


O tempo passa rápido, principalmente para os que estão a bordo de uma Ferrari. Para que esses afortunados não percam a hora, o grupo Movado licenciou "Il Cavallino Rampante", símbolo da montadora italiana, para estampar seus relógios. O custo é digno de uma Ferrari: 1,5 mil euros (R$ 3.628). Os relógios podem ser adquiridos nas lojas da Movado e da Ferrari.

A coleção será lançada apenas em 2013, na Suíça, durante a Feira Mundial do Relógio & Joias. Além de licenciar produtos da Ferrari, a Movado também faz relógios das grifes Ebel, Concord, ESQ, Coach, Tommy Hilfinger, Hugo Boss, Juicy Couture e Lacoste.
Fonte: iCarros

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ferrari quer ampliar uso da Fórmula 1 em seus carros de rua



A Ferrari estuda a possibilidade de utilizar mais tecnologias empregadas nos bólidos de Fórmula 1 em seus carros de rua. A informação foi passada pelo próprio CEO da marca, Luca Cordero di Montezemolo, a agência de notícias Automotive News Europe.

Sem especificar quais inovações a marca pretende trazer para seus próximos superesportivos, o CEO disse que em breve utilizará o KERS (sistema de recuperação de energia cinética) em um superesportivo, que ao que tudo indica deve ser o primeiro modelo híbrido de produção da montadora. Nesse caso, o sistema aproveitará a energia proveniente das frenagens para ajudar a recarregar as baterias. Vale lembrar que, em 2010, a Ferrari apresentou o conceito 599 HY-KERS no Salão de Genebra.

Montezemolo ainda relembrou que a montadora foi a primeira a trazer da Fórmula 1 para um carro “normal” a transmissão manual robotizada – ou automatizada – que, no Brasil, se tornou popular por equipar carros populares como Fiat Palio (Dualogic) e Volkswagen Gol (i-Motion).
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Com diamantes na capa, livro da Ferrari custa R$ 450.000


Se os R$ 2.500.000 estampados na etiqueta da Ferrari 599 GTB Fiorano parecem absurdos, que tal R$ 450.000 por um livro da marca? Pois esse é o preço cobrado pelo The Official Ferrari Opus, que conta toda história da fabricante italiana, dentro e fora as pistas.

Considerado o livro mais exclusivo do mundo, a publicação tem várias edições. A mais cara, cujo preço oficial é US$ 275.000, leva o nome do fundador da Ferrari. A “Enzo Diamante” traz 30 diamantes adornando o símbolo da marca na capa e é limitada a 400 cópias numeradas, todas elas assinadas pessoalmente por todos os campeões vivos da escuderia. De quebra, os compradores dessa edição participarão do sorteio de uma réplica do carro de Fórmula 1 guiado por Michael Schumacher. A cópia número 1 será leiloada, e o valor será destinado à caridade.

Um pouco mais em conta é a edição “Cavallino Rampante”, por US$ 7.500 (R$ 12.230). Limitada a 500 unidades, traz o autógrafo de pilotos do passado e do presente, não necessariamente campeões. Já a mais barata, ‘Classic”, sai por US$ 4.100 (R$ 6.690) e tem disponíveis 4.100 cópias. As únicas assinaturas são as de Fernando Alonso e Felipe Massa, atuais pilotos da escuderia italiana.

Todas as edições são compostas por 852 páginas, que trazem 2.000 fotos e 200.000 palavras apresentando todos os modelos da Ferrari – bólidos ou carros de rua – e um resumo de todos os pilotos profissionais desde 1947. Para proteger o livro, há uma capa de fibra de carbono, no valor de $37.500 (R$ 61.160)
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 9 de março de 2011

Como a Ferrari distorce a realidade


Contei ao pessoal do Jalopnik que eu estava de saco cheio da Ferrari e queria contar o porquê para algumas pessoas. Eles disseram que eu poderia fazer isso aqui. Acompanhem o que eu vou dizer, talvez leve um tempo.

Acho que começou em 2007 quando eu ouvi que a Ferrari queria saber qual pista de testes nós iríamos usar para o teste da 599 GTB na Autocar, mas na verdade a origem deve ser bem anterior a isso. Porque ela queria saber isso? “Porque sim”, disse o homem no escritório da Autocar, “Agora a fábrica manda uma equipe de teste para o circuito que escolhemos para que possam otimizar o carro e tirar o melhor desempenho dele.” Eles foram à pista, testaram por um dia, bateram o carro, voltaram à fábrica para consertar o carro, voltaram, testaram e então nos convidaram para guiar esta 599 “de fábrica”. Devem ter se divertido.


É triste dizer, mas o prazer de dirigir uma nova Ferrari agora é quase que totalmente erradicada pela dor de cabeça em lidar com a empresa. Por que estou perdendo tempo contando isso para vocês? Porque farto de tudo isso. Saiu do controle; a ponto de que logo será inútil acreditar em qualquer coisa que você leia sobre seus carros nos lugares de sempre, porque a única de forma de se ter acesso [a seus carros] é jogando de acordo com as suas regras.

Assim como qualquer um que ainda tenha metade de seus neurônios, tenho sido tolerante com a Ferrari porque ela é, bem, a Ferrari – a mais famosa marca de carros velozes e a fabricante dos carros sobre quais todos querem saber. Grave um vídeo fazendo drifts com um novo Jag XKR no YouTube e 17 pessoas vão assisti-lo; faça o mesmo com uma 430 Scuderia e a audiência pula para 500.000 fácil. Como jornalista, estes números fazem você relevar uma tonelada de baboseiras, mas já cansei. Não me importa se nunca mais pilotarei uma Ferrari novamente, se isso significar que nunca mais terei que lidar com a insana máquina de comunicação e continuar mentindo sobre até onde a Ferrari distorce as regras para conseguir o que quer. Tudo bem, porque acho que não serei recebido em Maranello por muito tempo. O que é uma pena, a comida é maravilhosa.

Quão ruim foi? Eu honestamente não sei por onde começar. Talvez a 360 Modena fornecida para a imprensa que chega aos 160 km/h (100 mi/h) dois segundos mais rápido que um carro que testamos de um cliente. Você permite alguma margem para máquinas “com cheiro de fábrica”, mas aquela era estupidamente rápida e produzia o som dos carros que Schumacher usava nos finais de semana da época. A Ferrari nunca admitirá que os carros que cede à imprensa são preparados, mas tem a ousadia de aparecer nos testes de fim de ano de qualquer uma das grandes revistas europeias com dois carros. Um para testes de reta e outra para testes de dirigibilidade. Afinal, é isso que acontece quando você compra uma 458: eles entregam duas para cobrir os dois tipos de uso, não é mesmo? Não. Tudo isso fede. Em qualquer outra indústria isso não aconteceria. É desonesto, mas todas as revistas engolem a seco porque têm medo de não serem convidadas para guiar a próxima nova Ferrari.

Lembra-se da incrível 430 Scuderia? Era um carro e tanto, e ainda é. Uma revista inglesa seguiu [os testes], mesmo com todas as trapaças porque os carros pareciam condizer com o que um cliente iria dirigir, mas então durante a sessão no dinamômetro, os pneus “de fábrica” simplesmente grudaram nos rolos/cilindros.

E este é o problema: o quão paranoico você precisa ser para colocar um pneu ainda mais aderente na Scuderia? É o mesmo que Kid Bengala tomando remédio para ganhar uns cinco centímetros na ferramenta de trabalho. É como se você, segundo a sua própria assessoria, não fosse o líder de mercado e fabricante dos melhores esportivos na atualidade, não é?

O que a Ferrari claramente não consegue ver é que sua estratégia para vencer todos os testes a qualquer custo é completamente contraproducente. Primeiro, ela desmerece o incrível trabalho de seus próprios engenheiros. O que dizer da 458 se a única maneira que a fábrica permite emprestá-la para uma revista é caso um notebook seja ligado a ela a todo instante, com uma equipe especial passando diversos dias na pista escolhida para ajustar o carro? Diz que eles são completamente doidos – um comportamento que parece ainda pior quando marcas rivais simplesmente entregam seus carros com nada além de um pedido educado para que você evite batê-lo muito forte, e então o devolva uma semana depois.

Segundo ponto: a internet serve para três coisas: pornografia grátis, Jalopnik e divulgar informação. Quinze anos atrás, se a sua 355 não fosse tão rápida quanto o fabricante afirmou, você podia torrar a paciência do vendedor, reclamar no clubinho local dos donos de Ferrari e só. Hoje em dia você espalha sua mensagem ao redor do globo e qualquer mané a lê em questão de minutos. Assim, quando usamos uma 430 Scud de um proprietário porque a Ferrari não quis nos emprestar um carro de teste, ela foi destruída em linha reta por um 911 GT2 e um Lambo LP 560-4, apesar de todos os testes “oficiais” sugerirem que ela é mais rápida que o cometa Halley. Os fóruns entraram em polvorosa, alguns donos da Scud tiveram razão em sentir que não receberam o carro sobre o qual leram em páginas e mais páginas. Isso é o carma lhe aplicando um belo tapa na cara.

É o nível de controle que eu acho profundamente irritante e até nocivo à marca. Uma vez que você sabe que é preciso toda uma equipe de suporte e duas 458s para fornecer todas aquelas estatísticas maravilhosas, todo o brilho do carro vai embora. A mensagem da Ferrari é simples: a não ser que você siga as nossas regras do jogo, você está fora da lista.

Que regras são essas? Fora essa parte dos testes de pista; os jornalistas são expressamente proibidos de dirigir qualquer Ferrari atual de rua sem permissão da fábrica. Então se eu quiser dirigir amanhã a 458 de um amigo, eu devo pedir autorização da fábrica. Será que eles vão me deixar dirigir o carro? Não: porque ele tem “uma origem desconhecida”, ou seja, não preparado. Fico até tentado a comprar uma 458, só pelo prazer de ligar para Maranello todas as manhãs e perguntar se há algum problema em levar meu filho à escola.

Um problema com o qual eu me deparei é ao usar carros de proprietários para testes comparativos. A Ferrari absolutamente odeia isso; mesmo que você diga as coisas mais bacanas do mundo sobre seus carros, eles ficam enfurecidos. Mas você quer ver uma 458 contra o GT3 RS então eu vou escrever um texto e produzir um vídeo. O mesmo com a 599 GTO e o GT2 RS. A Ferrari realmente acredita que pode controlar cada aspecto da mídia – ela interferiu ativamente algumas vezes em que eu pedi um carro emprestado a um de seus clientes.

A obsessão por controle está piorando: para o lançamento da FF em março, os jornalistas precisam informar para qual veículos estão escrevendo e eles devem ser aprovados por Maranello. Sinceramente, estamos perigosamente perto de ter as palavras e vereditos vetados pela assessoria de imprensa da Ferrari antes mesmo de publicarmos, o que é, por sinal, como as coisas funcionam em alguns mercados.

Será que eu deveria me importar com isso? Provavelmente não. Não é uma situação de vida ou morte; o mundo dos supercarros não é algo tão sério assim. Mas a melhor coisa sobre os fãs de carros é que eles deixam você dirigir seus carros, e a Ferrari não tem chance alguma de impedir que pessoas como eu guiem o que querem dirigir. Claro que suas tentativas para me atrapalhar tornam tudo isso um esporte ainda melhor e não abalam com a minha determinação, mas o triste é que seus carros são tão bons que não precisam de toda essa baboseira. Vou repetir a fim de manter algum vestígio de chance que eu possa ter de dirigir novamente um carro da Ferrari para a imprensa (que é virtualmente nula). Seus carros são tão bons que não precisam dessa baboseira.
Nada disso fará diferença para a Ferrari. Sou apenas um marujo irrelevante que não faz diferença. Mas já me cansei de esconder o que acontece, ao ponto de não ser mais dono de uma Ferrari, um integrante de fato deste monumento de controle. Vendi minha 575 antes do Natal. No que se refere a protestos, você precisa concordar que é um de qualidade.

Céus, isso está começando a soar como um resmungo deprimente. Vou terminar por aqui. Apenas lembre-se de tudo isso na próxima vez em que ler um comparativo de revista com um cavallino rampante.
Fonte: Jalopnik

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Contrariada, Ferrari muda nome do F150


Atualmente sem a simpatia de milhares de fãs da Fórmula 1 por conta de suas manobras polêmicas dentro das pistas, a Ferrari deixou de lado sua habitual arrogância e cedeu à ameaça da Ford, mudando o nome do seu bólido da temporada 2011. Até aqui chamado de F150, o carro da escuderia italiana agora chama-se F150th Italia.

A montadora norte-americana teve uma reação exagerada ao sugerir que a italiana copiara o nome de sua mais famosa picape, a F-150. Até mesmo um processo judicial foi iniciado pela Ford contra a Ferrari e seu departamento de vendas nos EUA, alegando “pirataria cibernética”. A Ferrari, inclusive, rebateu o escândalo da Ford com elegância. Em seu comunicado oficial, ela explica que F150 nada mais é do que a abreviatura de F150th Italia, que se refere aos 150 anos de unificação da Itália. “A designação (F150) nunca foi e nem nunca será usada como o nome de um produto comercial disponível – na verdade, definitivamente nunca existirá um carro de produção monoposto”, ironiza a Ferrari.

A escuderia encerra o assunto avisando que “apesar disso e para provar que está agindo de boa fé e que opera de forma totalmente correta, a Ferrari decidiu que, em todas as áreas de operação, a versão abreviada será substituída pela versão completa, Ferrari F150th Italia”.
Fonte: iGCarros

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ferrari comemora 999ª unidade vendida na China


A Ferrari comemorou nesta sexta-feira (14) a venda da 999ª unidade na China. Segundo a montadora, o evento em cima do número é devido ao significado do 9 na cultura chinesa. No país, o "9" representa longevidade. Para celebrar a data, foi montada uma exposição em Xangai.

Na mostra os visitantes podem conferir de perto diversos modelos da casa de Maranello, entre eles a Ferrari Enzo, e uma edição limitada da 599 desenvolvida para o mercado asiático.

A Ferrari esta presente na China desde 2004, quando foi aberta a primeira loja da marca no país. Hoje, o grupo formado por China, Hong Kong e Taiwan é um dos cinco maiores mercados da fabricante no mundo. Só em 2010 foram vendidas 300 unidades da Ferrari na China.
Fonte: iCarros

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Marca de luxo lança celular em parceria com a Ferrari


Para aqueles que não acham suficiente ter uma Ferrari na garagem e querem ter uma no bolso também, a Vertu, linha premium de celulares da Nokia, lançou mais um modelo em parceria com a marca italiana. O Vertu Ascent Ti Ferrari tem cobertura 3G, tela de cristal líquido, estrutura de titânio e detalhes em vermelho ou amarelo. Na parte de trás, além do cavalo rampante, o acabamento é feito em couro costurado a mão, ao estilo dos carros italianos.

A Vertu costuma lançar celulares de luxo em parceria com grifes famosas e esta não é a primeira vez que trabalha com a Ferrari. O preço deste novo modelo ainda não foi divulgado, mas um dos modelos anteriores chegou a custar cerca de US$ 25 mil, algo em torno de R$ 42 mil. Como a edição é limitada, se você se interessou, é melhor correr para conseguir um dos 2. 011 exemplares.
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