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domingo, 4 de março de 2012

Carro histórico da Ferrari é vendido por mais de R$ 53 milhões


Pergunte para qualquer colecionador de automóveis qual é o item que ele faria tudo o que fosse possível para ter. Provavelmente, a resposta seria a Ferrari 250 GTO, um dos modelos mais cobiçados da história da marca – e que só contou com 39 exemplares construídos (alguns estão em mãos de celebridades como Nick Mason, baterista do Pink Floyd, ou a estrela da moda Ralph Lauren). Por toda essa importância, não chega a surpreender quando uma dessas peças é comercializada por preços absurdamente altos.

Na Grã-Bretanha, uma Ferrari 250 GTO de 1964 foi vendida por nada menos que US$ 31,8 milhões, cerca de R$ 53,2 milhões. Trata-se da negociação de automóvel mais cara já realizada na região e a segunda mais valiosa do mundo. Quem ocupa o topo dessa lista é um Bugatti Type 57SC Atlantic de 1936, vendido por um valor estimado entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões.

Por ter sido uma venda particular – e não em leilão, como costuma ocorrer quando carros caríssimos trocam de mãos –, não se sabe ao certo quem vendeu e quem comprou a peça rara da Ferrari, mas acredita-se que se trata de um modelo que havia sido adquirido em 2008 pelo empresário Jon Hunt, por um preço de US$ 20,8 milhões.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ferrari quer ampliar uso da Fórmula 1 em seus carros de rua



A Ferrari estuda a possibilidade de utilizar mais tecnologias empregadas nos bólidos de Fórmula 1 em seus carros de rua. A informação foi passada pelo próprio CEO da marca, Luca Cordero di Montezemolo, a agência de notícias Automotive News Europe.

Sem especificar quais inovações a marca pretende trazer para seus próximos superesportivos, o CEO disse que em breve utilizará o KERS (sistema de recuperação de energia cinética) em um superesportivo, que ao que tudo indica deve ser o primeiro modelo híbrido de produção da montadora. Nesse caso, o sistema aproveitará a energia proveniente das frenagens para ajudar a recarregar as baterias. Vale lembrar que, em 2010, a Ferrari apresentou o conceito 599 HY-KERS no Salão de Genebra.

Montezemolo ainda relembrou que a montadora foi a primeira a trazer da Fórmula 1 para um carro “normal” a transmissão manual robotizada – ou automatizada – que, no Brasil, se tornou popular por equipar carros populares como Fiat Palio (Dualogic) e Volkswagen Gol (i-Motion).
Fonte: iGCarros

terça-feira, 24 de maio de 2011

Ferrari revela carro feito para colecionador


O dono de uma Ferrari até pode se sentir especial, mas pouquíssimos terão tanta moral dentro da casa de Maranello quanto o colecionador nova-iorquino Peter Kalikow. Dono de centenas de modelos da marca italiana, Kalikow terá na garagem uma peça única: a Superamerica 45. O número se refere aos 45 anos da sua primeira Ferrari.


A Superamerica 45 reúne elementos da também exclusiva SA Aperta e da 575M Superamerica, como a capota de fibra de carbono, que pode ser acomodada num compartimento traseiro. Já o motor é um 6 litros V12 de 670 cv, emprestado da SA Aperta.


A cor, azul Antille, foi intencional: Kalikow tem uma Superamerica de 1961, nessa mesma cor. Porém, antes de estacionar seu mais novo item de coleção, o colecionador exibirá a Superamerica 45 no Villa d’Este Concours, evento que reúno os carros mais colecionáveis do mundo, que acontece na Italia neste final de semana.
Fonte: iGCarros

sábado, 14 de maio de 2011

Ferrari encerra produção da 612 Scaglietti



Mais um carro histórico da Ferrari termina seu ciclo. A linha de montagem da marca em Maranello, na Itália, encerrou neste mês a produção da série 612 Scaglietti, que cede seu espaço para a novíssima FF, lançada no Salão de Genebra, em março deste ano. O modelo foi lançado em 2004 nos Estados Unidos e ficou conhecido como um dos maiores automóveis já feito pela marca italiana: media 4,90 metros de comprimento e 1,95 m de largura.





Com todo esse porte pode-se criar uma cabine com espaço suficiente para transportar 4 adultos com pouca bagagem, pois o porta-malas comportava razoáveis 290 litros. O interior da 612 também trouxe um novo padrão de acabamento aos carros da Ferrari, que até então eram acima de tudo esportivos, mas não tão sofisticados. Equipamentos de entretenimento mais modernos também começaram a surgir dos veículos da marca após a consagração do cupê.





E como não poderia ser diferente, o 612 tinha muita potência. A série trazia debaixo do capô o motor 5.7 V12 capaz de gerar 540 cavalos de potência e 60 kgfm de torque. Versões modificadas desse mesmo bloco seriam ainda aplicadas nos modelos 599 e Enzo. Segundo dados da Ferrari, a carro acelera do 0 aos 100 km/h em 4,2 segundos e atinge até 315 km/h. Já a transmissão era semi-automática ou manual, opção que durou apenas três anos.



Ao todo, foram produzidas pouco mais de 3.000 unidades da Ferrari 612 Scaglietti em pouco mais de sete ano. No Brasil, o carro é tão raro quanto caríssimo: era cotada em R$ 2.500.000 e o volume vendido no país não chegou a 10 unidades.

Fonte: iGCarros

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Ferrari ensina como usar volante da 458 Italia


Apesar de extremamente prazeroso, dirigir uma Ferrari tem lá suas complexidades. Com volante inspirado no dos bólidos da Fórmula 1, a 458 Italia pode confundir aqueles que a pilotam pela primeira vez. Por isso, nada mais gentil da parte da fabricante italiana do que explicar os novos proprietários como manejar a peça.

A ideia da Ferrari era evitar que o motorista tirasse as mãos do volante. Por isso que até mesmo a buzina foi instalada no próprio aro do volante, enquanto os indicadores de direção, ao invés de hastes, estão lá também, onde em carros convencionais seriam os comandos satélites do rádio. Sem contar o Manettino – que altera configurações dinâmicas do carro – e o botão de ignição.

Com motor V8 de 570 cv, a Ferrari 458 Italia sai por R$ 1.600.000 no Brasil.
Fonte: iGCarros
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